José Maria Marin foi presidente da CBF entre 2012 e 2014 (Foto: Divulgação)

Nesta quarta-feira, a justiça americana anunciou a sentença de José Maria Marin, que foi considerado culpado de seis acusações em dezembro. O ex-presidente da CBF terá que cumprir quatro anos de prisão e pagar uma multa de US$ 1,2 milhões (R$ 4,9 milhões). Além disso, a juíza Pamela Chen determinou o confisco de US$ 3,3 milhões (R$ 13,4 milhões) em bens. Em 20 de novembro, uma nova audiência determinará quanto ele terá que restituir.

O ex-dirigente já cumpriu cinco meses de detenção na Suíça e mais oito nos Estados Unidos, contabilizando 13 meses. O tempo que ele cumpriu de prisão domiciliar em seu apartamento em Nova York não é contabilizado.

A promotoria americana tinha pedido dez anos de prisão e multa de US$ 6,6 milhões (R$ 26 milhões) a José Maria Marin, que foi considerado culpa do de conspiração para organização criminosa, fraude financeira na Copa América, Libertadores e Copa do Brasil e lavagem de dinheiro nas Copa América e Libertadores no final do ano passado. O Departamento de Estado dos Estados Unidos alega que ele causou prejuízo de mais de US$ 150 milhões.

Os documentos enviados à corte com provas contra Marin incluem testemunhos de executivos de televisão e transferências bancárias. Também há o relato da participação dos ex-presidentes da CBF Ricardo Teixeira e Marco Polo Del Nero. Ambos nunca responderam ao processo porque não se apresentaram à justiça americana.

A defesa do ex-dirigente pediu uma pena de 13 meses por causa da idade avançada e do estado frágil de saúde. Ele espera reduzir sua pena por bom comportamento. Caso isso aconteça, ela pode ficar dois anos e quatro meses detido.



Fonte: Maestro Junior Sousa – Rede canal

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